Nada foi o mesmo, nem nunca mais será. Desde que Saulo morreu e o sr. Júlio muito abalado pela perda do filho mais velho culpa Jean por todo o fato. Por ter se drogado, por ter bebido, por ter causado o acidente... sr. Júlio não é mais o mesmo bom homem que vivia sorrindo. Seu rosto somente demonstra uma carranca que afasta qualquer resquício de felicidade, até retirar a alegria do ar. É como se toda a felicidade do recinto em q estivesse se esvanece-se por entre as frestas.
As noites parecia mais tristes desde que o promissor futuro de Saulo se foi, juntamente com sua vida. Sr. Júlio não consegui aceitar isso. desde que Dona Ofélia havia falecido, fez de tudo para os três filhos. Saulo, André e Jean, os três homens que Dona Ofélia tinha criado até sua morte. Sr. Júlio foi um pai exemplar até antes daquela noite em que parte de seu mundo caiu. Não se enganam, se vcs acham que foi com a morte de Saulo, pois Jean deixou marcas mais profundas em seu pai do que podia imaginar.
"Eis que já eram as primeiras horas da madrugada e Jean não aparecia em casa. Sr Júlio se preocupava a cada hora que se aprofundava na noite. Tinha cochilado por algumas vezes em frente a TV, não dando bola ao Jornal ou ao filme da madrugada. Qdo deligou o abajur ao lado da poltrona em que estava e a TV, rumou para a cozinha querendo beber algo doce. O caminho estava escuro e apenas a luz que vinha da rua iluminava o interior da casa. Ouviu-se um barulho do lado de fora da casa, passos e pessoas rindo. Jean, pensou mais aliviado e na conversinha que teria com o mais novo sobre essa demora. E claro, sobre o bom habito que adquiriu em fumar cigarros, acrescentou ao pensamento vendo a luz de um esqueiro erradiar na penumbra. Um trago, fumaça. Outro trago, risadas. Conversas baixas e um shhhiiiu para evitar acordar alguém. Jean estava um pouco alterado. Bebera possivelmente. Sr. Júlio não reconhecia a outra pessoa com quem Jean conversava, julgou ser Flávio E quem mais seria? Aqueles dois nunca se desgrudavam, ainda mais depois que Dona Ofélia e Fernando morreram. Um foi o porto seguro do outro nesses momentos tristes e dolorosos.
A vontade de beber algo doce voltou e forte. Sr. Júlio foi até a geladeira e tomou no gargalo o suco de soja com maçã. Pensou em chamar Jean logo para dentro, mas logo essa ideia passou, o menino já estava em casa, não tinha porque se preocupar naquele momento. Voltou para a janela que dava visão para onde o filho se encontrava. Sr. Júlio viu o filho em um bjo. Quem seria a garota? Um sorriso brotava no canto da boca do pai orgulhoso.
Sr. Julio, as coisas são mais complicados do que o sr. poderia imaginar... um beijo foi o suficiente.
As noites parecia mais tristes desde que o promissor futuro de Saulo se foi, juntamente com sua vida. Sr. Júlio não consegui aceitar isso. desde que Dona Ofélia havia falecido, fez de tudo para os três filhos. Saulo, André e Jean, os três homens que Dona Ofélia tinha criado até sua morte. Sr. Júlio foi um pai exemplar até antes daquela noite em que parte de seu mundo caiu. Não se enganam, se vcs acham que foi com a morte de Saulo, pois Jean deixou marcas mais profundas em seu pai do que podia imaginar.
"Eis que já eram as primeiras horas da madrugada e Jean não aparecia em casa. Sr Júlio se preocupava a cada hora que se aprofundava na noite. Tinha cochilado por algumas vezes em frente a TV, não dando bola ao Jornal ou ao filme da madrugada. Qdo deligou o abajur ao lado da poltrona em que estava e a TV, rumou para a cozinha querendo beber algo doce. O caminho estava escuro e apenas a luz que vinha da rua iluminava o interior da casa. Ouviu-se um barulho do lado de fora da casa, passos e pessoas rindo. Jean, pensou mais aliviado e na conversinha que teria com o mais novo sobre essa demora. E claro, sobre o bom habito que adquiriu em fumar cigarros, acrescentou ao pensamento vendo a luz de um esqueiro erradiar na penumbra. Um trago, fumaça. Outro trago, risadas. Conversas baixas e um shhhiiiu para evitar acordar alguém. Jean estava um pouco alterado. Bebera possivelmente. Sr. Júlio não reconhecia a outra pessoa com quem Jean conversava, julgou ser Flávio E quem mais seria? Aqueles dois nunca se desgrudavam, ainda mais depois que Dona Ofélia e Fernando morreram. Um foi o porto seguro do outro nesses momentos tristes e dolorosos.
A vontade de beber algo doce voltou e forte. Sr. Júlio foi até a geladeira e tomou no gargalo o suco de soja com maçã. Pensou em chamar Jean logo para dentro, mas logo essa ideia passou, o menino já estava em casa, não tinha porque se preocupar naquele momento. Voltou para a janela que dava visão para onde o filho se encontrava. Sr. Júlio viu o filho em um bjo. Quem seria a garota? Um sorriso brotava no canto da boca do pai orgulhoso.
Sr. Julio, as coisas são mais complicados do que o sr. poderia imaginar... um beijo foi o suficiente.
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